A razão do meu viver,
não é o que bem me faz!
É o que me faz de tal forma sofrer
e ao meu corpo apodrecer
de uma crescente falta de paz...
É uma infinidade pouco finita,
brilhante escuridão nos sonhos que tenho,
faz-me a alma arder aflita.
Mesmo alimentado de empenho,
dentro de mim, minha voz grita
quando vejo, penso e estranho...
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